Orca - RPG Maker Game

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25 de julho de 2009

Dicas para quem quer ser Criador de Jogos

Produtores de games dão dicas para quem sonha em trabalhar na área

Paixão por jogos é fundamental, dizem profissionais brasileiros.
Empresas têm vagas abertas em diversas áreas.



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Escritório brasileiro da Electronic Arts Mobile, que está entre as principais produtoras de jogos para celular. (Foto: Renato Bueno/G1)

Se você sempre pensou em trabalhar com games, é bom saber que dominar os segredos de "Winning eleven" e passar a vida em "Final fantasy" não são atalhos garantidos nesse mercado. O G1 conversou com produtores das principais empresas de games no Brasil, e eles avisam: além de gostar muito de jogar, é preciso ter uma boa formação e trabalhar bastante.

O desenvolvimento de jogos no Brasil está longe de ser comparado com os maiores produtores do mundo, como Japão e Estados Unidos. Mas, recentemente, o crescimento de jogos on-line e o avanço de portáteis como iPhone e Nintendo DS mostram que a indústria vem se desenvolvendo. Enquanto isso, a Ubisoft, uma das maiores produtoras do mundo, abre escritório no Brasil, e a Tectoy, com sede em Campinas, desenvolve jogos para seu próprio videogame, o Zeebo.


O G1 conversou com produtores de algumas das principais produtoras e distribuidoras de jogos no Brasil e reuniu dicas sobre a profissão "dos sonhos" de muitos gamers. Se você se interessa pela aérea, saiba que existem vagas abertas.


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De Florianópolis (SC) veio a empresa com um dos projetos mais ambiciosos no Brasil. A Hoplon, fundada em 2000, investiu na produção de um massively multiplayer online role-playing game (MMORPG) espacial. Traduzindo: um jogo on-line para múltiplos jogadores simultâneos baseado em um universo de batalhas espaciais. Uma espécie de versão "Guerra nas estrelas" do RPG "World of warcraft". "Taikodom" é gratuito, foi lançado oficialmente em 2008 e é, atualmente, a prioridade da empresa.


Tarquínio Teles, que começou a desenvolver o jogo com amigos quando ainda era estudante na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), dá dicas para quem quer trabalhar nessa área.


Profissional brasileiro
"O Brasil tem profissionais muito bem qualificados. O que falta é experiência em games de grande porte, como 'Taikodom'. O profissional brasileiro não fica a dever aos profissionais de outros países, independente da área. O que falta, às vezes, são as oportunidades de especialização."

Formação acadêmica
"Alguma formação acadêmica é importante, embora não necessariamente específica na área de games. Isso porque os cursos dirigidos especificamente ao desenvolvimento de jogos foram abertos só recentemente, e é muito comum os profissionais serem formados em áreas correlatas. Os desenvolvedores, por exemplo, geralmente são formados em Engenharia ou Ciência da Computação."


Desafios
"Eu diria que o maior desafio ao criar 'Taikodom' foi, sem dúvida, desenvolver tecnologia e conhecimentos próprios, pois quando começamos não havia uma metodologia pronta para se desenvolver um MMOG."


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Artista da Hoplon traça esboço de personagens. (Foto: Divulgação)


Prazer de jogar
"Entender o produto que se desenvolve é a premissa básica para qualquer profissional. No caso da indústria de games, isso significa jogar. Aqui na Hoplon, nós incentivamos nossos funcionários a jogarem 'Taikodom'. É uma forma de eles entenderem melhor a dinâmica do jogo e as necessidades dos jogadores."

Dicas
"Eu acredito que a pessoa realmente interessada em aprender e atuar nessa área busca conhecimento em diferentes fontes e ferramentas. Essa característica autoditada e a experiência prática adquiridas colocam-no em um patamar muito semelhante ao de profissionais de países onde há uma indústria de games mais desenvolvida."

Vagas abertas
"Estamos constantemente à procura de perfis profissionais aqui na Hoplon. Os cargos dependem da época, claro, mas a área de programação é a que tem mais necessidade de profissionais."

Perfil
"O requisito principal é gostar de games. Quanto aos outros requisitos, depende um pouco da área, mas se for para generalizar, eu diria que o profissional deve saber trabalhar em equipe, ter conhecimentos sólidos e competência em sua área de atuação. Outra característica primordial é ter uma boa noção do que faz um game ser divertido e capacidade de se manter atualizado."


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Especialização pode ser uma das vantagens para profissional de games, diz Fred Vasconcelos, da Jynx. (Foto: Divulgação)

De clique em clique, a Jynx se estabeleceu no Brasil como referência para jogos "casuais" na internet. Jogos leves e cativantes, às vezes feitos por encomendas para marcas conhecidas - os chamados "advergames". Há nove anos no mercado, a empresa de Recife (PE) tem 37 funcionários e se orgulha de já ter exportado outros, anteriormente, para produtoras estrangeiras, como Electronic Arts e Bioware.


Fred Vasconcelos, 35 anos e diretor-executivo da empresa, diz que uma formação acadêmica é importante para o profissional, principalmente a longo prazo. A Jynx tem no portfolio produções para o Sebrae, Souza Cruz e Banco Real, e avisa: tem vagas abertas para novos profissionais.


Profissional brasileiro
"O Brasil é um celeiro de bons valores para o mercado de games. Hoje existem algumas iniciativas da academia no intuito de formar profissionais para a área de jogos. Só para ilustrar esse fato, 9 profissionais da Jynx estão espalhados pelo mundo trabalhando em empresas como a Electronic Arts, Bioware, Digital Chocolate, etc."

Formação acadêmica
"Não é fundamental. Contudo, uma formação acadêmica estruturada é sempre muito importante para que um profissional possa se desenvolver. Em especial no longo prazo."


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Com 37 funcionários, a Jynx é especialista em jogos casuais na internet. (Foto: Divulgação)


Desafios
"Falta maturidade e união da indústria para que haja, de fato, uma consolidação do segmento e muito apoio do governo, tendo em vista o potencial dessa indústria em formação."



Dicas
"Primeiramente, é preciso gostar muito de jogos. Depois, buscar alta especialização em um dos diversos perfis necessários ao desenvolvimento de um jogo. Lembrando que um mesmo jogo pode necessitar de programadores, modeladores, texturizadores, ilustradores, game designers, entre outros."


Vagas abertas
"A Jynx acabou de abrir quatro vagas. Usamos, inclusive, meios inusitados de comunicação para essa seleção, como o Twitter e Facebook. Procuramos artistas, programadores, gerentes de projeto e vendedores."



Mercado brasileiro
"A situação melhorou bastante em relação há cinco anos, quando produzir um game no Brasil era confundido como uma atividade desenvolvida por adolescentes nas garagens de casa. Hoje temos ações estruturadas da indústria, bem como representatividade do segmento junto ao governo e à sociedade."


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Foto: Renato Bueno/G1
Julio Vieitez, da Level Up! Games, diz que o comprometimento com a empresa é tão importante quanto a paixão por games. (Foto: Renato Bueno/G1)

Quem já passou por uma lan house no Brasil provavelmente já viu, ou jogou, algum game da produtora filipina Level Up! Games. A empresa tem sede no Brasil desde 2004 e hoje administra 15 jogos on-line, desde o já clássico "Ragnarök", que chegou a ter 3 milhões de usuários no país, até sucessos mais recentes, como "Grand chase".


Julio Vieitez, diretor geral da LUG, diz que a paixão por games e o comprometimento com a empresa são fatores fundamentais para uma carreira de sucesso.


Além de distribuir alguns jogos, a Level Up! também cria conteúdo próprio, como atualizações e eventos comemorativos em alguns games. Grande parte do trabalho da empresa acontece junto à comunidade de jogadores, com equipes de suporte e gamemasters (espécie de monitor que ajuda os jogadores dentro do jogo).


Paixão por games
"É importante esse conhecimento, porque independentemente da área em que a pessoa estiver trabalhando aqui, é fundamental para ela direcionar o trabalho para o que o jogador está esperando."

Formação acadêmica
"Não é fundamental, e a maior parte das pessoas que nós temos não veio de faculdades de games. Para algumas áreas é necessário inglês. E, claro, alguns pontos muito básicos, como paixão por games.


Desafios
"Desde a pessoa que faz o textos até a pessoa que faz o site, produz os banners, é preciso ter em mente o que o jogador está esperando".


Mercado brasileiro
"A Level Up!, em período inferior a dois anos, cresceu mais de 50%. Estamos sempre com vagas novas. Temos contratado bastante nos últimos anos e a tendência é que isso continue acontecendo."

Dicas
"A dica é conseguir trazer o conhecimento que a pessoa tem em games, mas focar muito no que se espera do trabalho dela, seja em qual área for. Principalmente, o que mais vai importar é o desempenho dela."

Perfil
"O ponto mais importante é entender que trata-se de um trabalho como outro qualquer. A pessoa nunca deve procurar um emprego de games porque ela quer ver como é trabalhar com games. A questão do comprometimento é muito importantem, também, querer realmente construir uma carreira aqui. A Level Up! é uma empresa que procura ter os funcionários por bastante tempo."


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Estamos sempre de olho em novos profissionais, diz André Penha, da Tectoy Digital. (Foto: Divulgação)

Quem associa automaticamente o nome Tectoy aos "antepassados" videogames Mega Drive e Master System pode estar perdendo de vista os avanços mais recentes da empresa. A Tectoy Digital, com sede em Campinas, vem desenvolvendo e adaptando jogos para os portáteis iPhone e Nintendo DS, além de telefones celulares tradicionais.


Em 2008, a empresa anunciou o Zeebo, videogame produzido no Brasil que não utiliza cartuchos ou DVDs: os jogos são transmitidos via download a partir de uma rede com conexão 3G.


André Penha, gerente geral da Tectoy Digital, diz que o Zeebo está ajudando a desenvolver um mercado de games interno no país - que tem bons profissionais da área.


Um dos segredos para o bom profissional, diz Penha, é ter consciência do processo de desenvolvimento de um game, e não querer simplesmente fazer um superprodução.


Profissional brasileiro
"O brasileiro é criativo, assim como o norte-americano também é. Os profissionais que vêm das escolas são bons programadores, mas é preciso entender o processo de desenvolvimento."

Desafios
"As produções de jogos, hoje, são bem vistas. Nós percebemos que a carreira é promissora, o mercado está melhor do que sempre foi. Mas ele ainda tem muito o que melhorar. São necessários três pilares: integração com a academia, desenvolvimento do mercado interno e integração do mercado."

Dicas
"Em tempos de Google, antes de partir em busca de uma carreira, pesquise sobre, corra atrás. A indústria de desenvolvimento de jogos é dependente de dinheiro e de projetos. Portanto, qualquer jogo deve se pagar. Não vá tentar fazer uma superprodução logo no início."

Vagas abertas
"Estamos sempre de olho, porque as oportunidades passam muito rápido. Nós procuramos quem tenha mandado currículo. Não é difícil contratar em Campinas, que é uma fonte muito boa de profissionais."

Perfil
"Procuramos quem está terminando ou terminou o curso, tem fluência em inglês, capacidade de análise crítica. No geral, é aquela pessoa que gosta de desafios, e entende que ele tem muito o que aprender ainda."


Videogame próprio
"O que o Zeebo faz é gerar oportunidade para expansão do mercado interno.
É mais fácil começar produzir mídia para um povo que você conhece de perto."

24 de julho de 2009

Smackdown vs Raw 2010 - Jogo de Luta Graficante

Por pedido de um leitor, Gustavo, ai vai uma matéria sobre um jogo de Luta:

A
Luta entre Gigantes Começa


Já se vão algumas décadas desde os tempos de glória do telecatch. Nos idos de 60, a extinta TV Excelsior de São Paulo, dedicou um programa à exibição de combates de luta livre, “Os Reis do Ringue” trazia o melhor da luta livre nacional e a cada semana mostrava os embates de grandes astros, como o herói Ted Boy Marino e seus rivais Aquiles, Verdugo Rasputim, Barba Roxa e Múmia entre outros.

Quer uma ajudinha ai? Depois do enorme sucesso de outrora o telecatch caiu no esquecimento, bem como seus heróis e vilões, diferentemente do que aconteceu nos Estados Unidos, onde a luta livre arrebanha milhões de fãs a cada ano. Recentemente o canal de televisão SBT, passou a transmitir os eventos da WWE.

Aproveitando-se de tal popularidade o mundo dos videogames logo viu adaptações das grandes federações estadunidenses: Raw, SmackDown! e ECW. Uma das franquias mais populares é WWE SmackDown vs. Raw, agora a série — atualizada anualmente — chega a uma das maiores edições de sua história.

WWE SmackDown vs. Raw 2010 mantém a mesma formula de sucesso de seus predecessores, ao mesmo tempo em que adiciona novas funções a jogabilidade. A grande novidade desta versão fica por conta do novo sistema de combate em equipe (o famoso Tag Team) — no qual o lutador pode entrar e sair da luta ao tocar a mão de seu companheiro.

O novo sistema apresentará variáveis de “momento” (melhoramentos de seus atributos conferidos conforme a sua situação na luta), além de permitir golpes especiais e finalizações em equipe.

Outra boa novidade é o modo Create-A-Finisher, que confere ao usuário a possibilidade de criar o seu próprio lutador e o Road to WrestleMania que acompanha todas as lutas da WWE até o maior evento da temporada, o popular WrestleMania, o destaque deste novo modo de jogo é o suporte para partidas multiplayer cooperativas.

O sunguinha RIDICULA! WWE SmackDown vs. Raw 2010 levará toda a sua pancadaria para o Nintendo Wii, sendo que a jogabilidade promete aproveitar-se amplamente das idiossincrasias do console da Nintendo.

O título promete algumas diferenças das outras versões, apresentando opções de disputa, além de um proporcionar maior controle nas entradas e comemorações interativas. SmackDown vs. Raw para o Wii também incluirá um grande variedade de armas (cadeiras, placas escadas e outros objetos) que poderão ser utilizadas nas partidas online.

Já nas telinhas do Nintendo DS, WWE SmackDown vs. Raw 2010 promete abusar tanto da Stylus como do direcional, apresentando uma jogabilidade mais envolvente e desafiadora. O modo de jogo Season (temporada) — que acompanha todos os eventos ao longo do campeonato mundial de luta livre — foi remodelado e agora assume alguns aspectos próprios dos jogos de RPG, como a evolução do personagem.

Você poderá interagir com outras estrelas do ringue, incrementar suas habilidades e completar missões na busca pelo status de lenda do esporte. Você também contará com o vasto elenco de gladiadores de ambas as federações (SmackDown e Raw), bem como novas modalidades de jogo e o sistema Create-A-Superstar (crie uma super estrela), irá permitir que os jogadores criem os seus próprios lutadores.

Para fechar o pacote de novidades o título promete muito conteúdo extra para download. O jogo está previsto para o final de 2009.

23 de julho de 2009

Kingdom Hearts



Kingdom Hearts
Bom venho falar desse jogo incrivel de PS2, e não fale que algumas notas eu exagerei, por incrivel que pareça, eu conheço 97% dos detalhes do jogo.
Agora segue á analise:

Graficos
Não há muito o que dizer sobre os graficos, só que são de boa qualidade para a época mas que hoje em dia existem muitos jogo com graficos melhores. Mesmo assim ele ainda arrasa com muitos jogos ultimamente por causa das animações.
Jogabilidade
Bom a luta é RT e você ataca com um menu que fica a sua disposição. No inicio é bem dificil mas com 1h de jogo você ja esta acostumado a mudar o ataque e equipar magias nos butões de atalho. Fora isso tudo é muito facil de se lembrar

Audio
Bom.... não tenho muito a dizer... boa qualidade, mas não surpreende.... fora em algumas animações em que o som me deixa louco de tão bom, deixa um pouco a desejar...

Suporte
Tem apenas New game e Load game na tela de inicio. Opções Easy Medium e Hard... mas é normal para um jogo desse estilo...

Prós e Contras
Prós: Graficos bons e a camera não atrapalha

Contras: No inicio é dificil se acustumar com o sistema de batalha

Geral
Bom para um jogo da época mas agora ja está ultrapassado em alguns aspectos.Mesmo assim recomendo jogar, pois ainda é superior a muitos jogos lançados ultimamente.